14/05/2026 01h24 · Atualizado há 7 horas

Por José Carlos Machado e Raissa Allein

A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Balneário Rincão deu mais um passo para a construção da nova sede, batizada como “Casa que Acolhe, Mãe Maria”. A licitação do terreno foi concluída e a área de 600 m² já teve a concessão garantida para o início do projeto.

A cessão do terreno veio no ano passado. Com a parceria da administração municipal, as voluntárias da Rede Feminina conversaram com o deputado Julio Garcia (PSD), que se comprometeu em dar a casa.

“A gente está no aguardo, agora estamos bem mais próximos, com a licitação já concretizada”, disse a presidente, Vandete Maria Fernandes.


Após a conclusão da licitação, a expectativa agora é pela liberação do recurso estadual para que a ordem de serviço seja assinada e as obras da primeira etapa possam começar.

“Então a prefeitura disponibilizou um terreno, e elas conquistaram, por intermédio do deputado Júlio Garcia, R$ 1,2 milhão”, explica o gestor municipal de convênios e contratos da prefeitura de Balneário Rincão, Cristiano Cancelier.

O projeto foi fracionado em duas etapas, cada uma no valor de R$ 600 mil.

“Foi enviada no dia 22 de abril toda a documentação para o Estado, pós-licitatório, e agora o estado vai analisar essa documentação. Normalmente eles têm três datas de pagamento nas últimas semanas do mês, então a gente está na expectativa de receber esse recurso para poder dar a ordem de serviço e começar a realização da primeira etapa e, logo depois, a segunda com o projeto finalizado”, conclui Cristiano.

A nova casa terá 300 m² de área construída. O projeto é de uma casa baixa, sem escadas, para ter acessibilidade para todas. A recepção será maior e mais confortável, pois o brechó, diferentemente da casa atual, ficará separado, com um local próprio para as roupas ficarem expostas. As salas de atendimento também passarão por mudanças no tamanho e na quantidade, totalizando quatro espaços.

Mãos que se entrelaçam

A nova entidade será um local propício para a rede feminina, construído especialmente para elas.

“Hoje a gente deixou de pegar alguns profissionais que queriam vir fazer trabalho voluntário na rede, por falta de espaço, infelizmente não deu. Então, com esse novo local, vai ser bem melhor para os atendimentos”, explica a presidente.

Para ela, a trajetória da Rede Feminina é marcada pela união e pelo apoio da comunidade. Vandete destaca que o crescimento da entidade ao longo dos quatro anos só foi possível graças às voluntárias, parceiros, madrinhas, comércio e empresas que contribuíram com a causa desde o início.

“Então são realmente redes de mãos que se entrelaçam em função de um bem maior. Só tenho mesmo a agradecer às voluntárias, à nossa diretoria, ao conselho fiscal, que a gente está sempre juntas”, finaliza a presidente.

(Trabalho de assessoria voluntária da disciplina de Assessoria de Comunicação, do curso de Jornalismo do Centro Universitário SATC, sob supervisão da professora Nádia Couto).

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