13/04/2026 10h49 · Atualizado há 5 horas

Alerta de gatilho: esta matéria contém imagens sensíveis. Se você tem sensibilidade a sangue ou cenas fortes, recomenda-se não continuar a leitura.

Um homem com a camisa do Criciúma
foi morto a tiros na noite deste sábado (11), após confrontar um policial militar (PM) que estava de folga praticando atividade física em Porto Alegre. O caso foi registrado na região da Avenida Bento Gonçalves, nas proximidades do viaduto São Jorge, na zona leste da capital.

Conforme vídeo gravado por um terceiro, o policial passou a ser perseguido pelo homem por cerca de cinco minutos, quando, em determinado momento, o suspeito teria avançado contra o agente e tentado tomar a sua arma.

Diante da ameaça, o policial efetuou disparos de arma de fogo. O homem foi atingido e morreu ainda no local.

Segundo a polícia, há indícios de que ele estivesse em surto no momento da ocorrência, hipótese que será analisada ao longo da investigação.

A área foi isolada para o trabalho da perícia, e a ocorrência foi registrada. A apuração ficará sob responsabilidade da Polícia Civil, que deverá esclarecer a dinâmica dos fatos e avaliar a conduta do policial envolvido.

A Brigada Militar informou que acompanha o caso e que os procedimentos legais cabíveis estão sendo adotados.

NOTA DA BRIGADA MILITAR

A Brigada Militar informa sobre ocorrência atendida na noite de sábado (11/04), no bairro Partenon, em Porto Alegre.

Na ocasião, equipes do 19º Batalhão de Polícia Militar foram acionadas para atender uma ocorrência de lesão corporal.

O solicitante relatou que ele e um amigo praticavam atividade física quando passaram a ser perseguidos por um indivíduo em surto.

Durante a ação, o homem investiu contra ambos, afirmando portar uma faca, momento em que um dos envolvidos, policial militar da ativa, efetuou um disparo de arma de fogo para conter a agressão.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi imediatamente acionado e, no local, constatou-se o óbito do indivíduo.

Os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia, onde, com base nos elementos iniciais apurados, foi entendido que o policial militar agiu em legítima defesa.

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